Competências dos profissionais do futuro: ideias de inovação


Quais são as competências indispensáveis para os profissionais decolarem no futuro? A automatização dos processos de manufatura na quarta revolução industrial e o movimento do avanço da tecnologia trouxeram um complexo debate às pautas das empresas: como será o futuro do trabalho? Segundo informações divulgadas pelo Fórum Econômico Mundial, cerca de 7 milhões de empregos serão extintos nos próximos anos. Nesse contexto, desemprego em massa e a crescente desigualdade social são duas das principais preocupações sociais.


Mas não precisa ser necessariamente assim. Se adotarmos o mindset adequado, com habilidades comportamentais (soft skills) e habilidades técnicas (hard skills), teremos uma forte tendência organizacional em prol de um ambiente inovador.

Em suma, o tempo de desenhar o futuro do trabalho chegou.


Veja abaixo 9 competências que os profissionais deverão possuir até 2020 para não sucumbir no mercado de trabalho. São elas:


1. Flexibilidade cognitiva

Em resumo, a flexibilidade cognitiva envolve ampliar as maneiras de pensar. Envolve imaginar diferentes caminhos para resolver os problemas que surgem diante de nós. A habilidade compreende expandir os interesses pessoais e profissionais, sair da zona de conforto e se relacionar com pessoas que desafiam suas visões de mundo.


2. Negociação e persuasão

Com a ascensão das máquinas no mercado e a consequente automação do trabalho, as habilidades sociais serão mais importantes do que nunca no futuro. Mesmo pessoas com cargos técnicos em breve deverão mostrar mais empenho em suas habilidades interpessoais. A capacidade de negociar com colegas, gestores, clientes e equipes estará no alto da lista de habilidades desejáveis. Esta habilidade é conhecida por usar gatilhos emocionais que provocam determinadas reações desejadas. Além disso, o poder de persuasão será singular. Persuadir significa superar qualquer objeção do cliente ou fornecedor com fatos e argumentos bem construídos, visando ao bem-estar do sistema como um todo.


3. Julgamento e tomada de decisões

Diante do gigantesco volume de dados que as organizações estão reunindo nos dias de hoje, é cada vez maior a necessidade de profissionais com capacidade não apenas de ler e interpretar essas informações, mas também de tomar decisões cruciais. Os profissionais do futuro deverão examinar números, encontrar insights nas informações analisadas e utilizar o Big Data para tomar decisões estratégias nas empresas.


4. Inteligência Emocional

Só para ilustrar: o conceito de “inteligência emocional” foi popularizado pelo psicólogo Daniel Goleman, e envolve reconhecer e avaliar as emoções de outras pessoas, estabelecer empatia com esses sentimentos e produzir os resultados desejados.

A inteligência emocional compreende também identificar nossos próprios sentimentos, para que possamos nos motivar e gerir as emoções dentro de nós.


5. Gestão de pessoas

Mesmo com o avanço de áreas como inteligência artificial e a automação do trabalho, funcionários sempre serão recursos valiosos para qualquer empresa. No entanto, como qualquer ser humano, os funcionários têm dias ruins, ficam cansados, doentes, distraídos e desmotivados. Daí a importância da gestão de pessoas. Saber gerenciar pessoas significa saber motivar equipes, maximizar a produtividade e responder às necessidades dos funcionários.

Além de oferecer um treinamento com o intuito de desenvolver a competência de aprendizagem ágil, em meio a processos de transformações sociais, é imprescindível ter um planejamento de suporte à performance, a fim de suprir os gaps que serão ocasionados no desempenho dos colaboradores. A iniciativa aumenta a segurança na hora de implantar os novos conhecimentos e evita ruídos de informações – o que garante uma execução assertiva.


6. Criatividade

Ser criativo é ser capaz de conectar informações aparentemente díspares. E, a partir dessa conexão, construir novas ideias para apresentar algo “novo”. A avalanche de novos produtos e novas tecnologias vêm exigindo dos profissionais uma boa dose de criatividade. Mesmo com toda a ascensão da robótica avançada, as máquinas não têm – ainda – a capacidade criativa do ser humano.


7. Pensamento crítico e analítico

Ser um pensador crítico será uma habilidade valiosa. O pensamento crítico envolve lógica e raciocínio. O profissional deve ser capaz de usar a lógica e o raciocínio para questionar determinado problema. Deve considerar várias soluções para aquele obstáculo.

A pessoa com um raciocínio analítico será responsável por estudar os dados gerados diariamente na empresa. Estamos diante de um mar de dados que são valiosos. É preciso investir no desenvolvimento das competências para interpretá-los, filtrá-los e transformá-los em insights.


8. Resolução de problemas complexos

A resolução de problemas complexos não é uma habilidade que nasce com o profissional. Mas se aprimora ao longo dos anos. A habilidade, que consiste na capacidade de resolver problemas novos e indefinidos em ambientes reais, se constrói a partir de uma base sólida de pensamento crítico.

Em síntese, o profissional do futuro deverá ter a elasticidade mental para resolver problemas que nunca viu antes. Problemas esses que podem ficar mais complexos a cada minuto. Os solucionadores de problemas complexos serão os profissionais mais demandados no futuro.


9. Inserção tecnológica

Apesar do surgimento de muitas tecnologias, é fundamental que três recursos fiquem na lista de prioridades das empresas nos primeiros anos da transformação. Entre eles, a computação em nuvem, onde servidores remotos hospedados em datacenters permitem que as informações do negócio permaneçam acessíveis a qualquer hora ou local. Além de poupar os custos que ocorrem em espaços físicos, o sistema é extremamente seguro, pois garante cópias dos dados em diferentes polos.

O uso de big data também faz parte dos destaques tecnológicos durante a transição. A finalidade do método é filtrar o excesso de conteúdos aos quais as pessoas são expostas diariamente, a fim de transformá-los em insights de valor para o planejamento estratégico. Logo, trata-se de um meio que ajuda os executivos a estabelecer indicadores organizacionais, mensurar a eficácia dos processos internos, prever e gerir riscos, conhecer o padrão comportamental dos clientes e reconhecer oportunidades de mercado.


Por outro lado, um programa de ideias de inovação é fundamental quando se busca a diferenciação de seus concorrentes e a melhoria dos resultados do seu negócio. Nesse sentido, existem várias estratégias que podem ser colocadas em prática para que a inovação se torne uma rotina e parte da cultura organizacional da sua empresa.

Esse processo acontece por etapas, como se fosse um funil de inovação. Muitas empresas decidem, inclusive, por sistematizar o funil da inovação utilizando uma plataforma de inovação, como o software AEVO Innovate. Mesmo assim, é fundamental que o programa de inovação esteja inserido em um processo bem definido e comunicado para a organização.


Vamos conhecer os 7 principais passos para a implantação de um programa de inovação em seu negócio:



1. principais etapas do funil da inovação

O funil da inovação é composto pelas seguintes etapas:

Alinhamento co